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Selerepe pelo jardim de Versailles

Cometi um erro IMPERDOÁVEL ao ir visitar Versailles: usei um sapato novo. Pela primeira vez.

Meu pé era uma polpa de carne ao final do passeio, porque todas as distâncias são enoooooooormes. Fico pensando como se locomoviam o rei, a rainha e seus súditos, com aqueles sapatinhos de pano frágeis. Cheguei à conclusão que era tudo feito de carruagem mesmo, não tem como eles andarem tanto com aquelas perucas.

Fora esse problema sério, a visita foi ótima.

Para chegar até o palácio é preciso tomar um trem de Paris, a linha RER C, que custa €3,40 cada perna. De lá, apenas uns quarteirões o separam da morada célebre de Maria Antonieta.

Como não lembrar o tempo todo do filme de Sofia Coppola, gravado ali mesmo?

Entrei já pedindo cupcakes (mas não ganhei nenhum, risos).

Joana e o Palácio

O Palácio hoje funciona como museu. É uma visita com muitas estátuas, pinturas, móveis da época e um audio-guia muito bom faz parte do valor do ingresso. Na época que estava visitando (até setembro de 2012), a artista portuguesa Joana Vasconcelos estava expondo suas obras imensas dentro do palácio, em diálogo com a decoração e arquitetura dele. Bonito!

Atrás do palácio estão os famosos jardins de Versailles.

A maior fonte do jardim

Honestamente, esperava mais jardim nos jardins. É que eles são compostos por ruas largas de cascalho que ligam uma zona a outra do espaço. Ok, há muitas plantas, mas pouca sombra. É mais um descanso para os olhos que uma experiência bucólica.

Ainda sim, vale a pena caminhar por ele do palácio até a lagoa no fim do jardim e fazer ali um piquenique. Leve pães, queijos, vinhos e o que mais lhe apetecer.

Dali, é possível visitar outros dois palácios menores, um deles construído para Maria Antonieta por “ler” à vontade. Como disse uma vez minha professora de história do 2° ano, Maria Antonieta era muito ~culta~ e gostava muito de ~ler~.

Um dos vários locais de leitura de Antonieta

Não a culpo, tem mesmo que aproveitar a ~literatura~.

A volta pra casa se faz pelo mesmo caminho que se veio. Caminhando com os sapatos que matavam meus pés. Aiuiaiui, foi pra eu deixar de ser besta.

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