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Chiang Mai é tão confortável que é difícil ir embora

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Chiang Mai é a principal cidade do norte da Tailândia. Ela é o fim da linha do trem que começa em Bangkok, por isso este é o meio de transporte mais utilizado pelos turistas (mas também é possível chegar até aqui de ônibus).

(
Um parêntesis para dizer que o trem noturno, segunda classe, foi uma das camas mais confortáveis da viagem até agora.
)

O centro velho é cercado por um muro, que há 700 anos foi levantado para proteger a cidade das invasões birmanesas. Hoje em dia, para dentro deste muro fica uma região de ruas apertadinhas salpicadas de restaurantes, hostels, bares, escolas de culinária, massagem tailandesa, ioga e muay thai – e casas, templos, escolas e outras coisas de vida normal, é claro.

De Chiang Mai é possível fazer trilhas pelas montanhas, tirolesas, visitar um centro que cuida de elefantes resgatados dos maus tratos, um centro que mantém tigres domesticados (e que não parecem estar sedados como os do Tiger Temple perto de Bangkok), fazer cursos, passeios de bicicleta, enfim, levar uma vida ativa – ainda que eu não tenha feito quase nada disso… Rs.

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É impossível falar da minha visita a Chiang Mai sem falar do A Little Bird Guesthouse, onde passei ar maior parte dos 5 dias que fiquei na cidade. Este hostel baratinho (100 baht por noite, ou 7 reais) fica bem atrás do mercado, a 5 minutos de ótimos restaurantes, bares, lojas com aluguel de bicicletas e barraquinhas de sucos de frutas feitos na hora. A atmosfera amigável e relaxada do lugar é tipo um imã que te prende por ali. A administração é simpática, o wifi funciona bem, a área comum é confortável e os quartos são razoavelmente limpos.

É ótimo pra quem quer descansar da árdua tarefa de ser um turista por alguns dias, está afim de conhecer mochileiros e trocar informações sobre os próximos destinos.

A verdade é que eu não fiz quase nada em Chiang Mai. Com meu joelho ainda machucado (acidente ocorrido em Koh Phangan, em uma cachoeira – mas calma, tá tudo bem!), não posso fazer trilhas nem molhar o curativo, então a vibe de boa da cidade foi perfeita para fortalecer meu sistema imunológico com frutas e vegetais frescos cultivados nas montanhas ao redor da cidade e esperar meu corpo se curar.

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O que eu fiz: andei de bicicleta em volta do muro da cidade velha, deitei na grama do parque, fiz um curso de culinária tailandesa, trombei com um festival de dança de uma escola primária, comi, dormi, joguei cartas, conheci gente. Não me julguem pela preguiça, a culpa é de Chiang Mai!

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Comments
6 Responses to “Chiang Mai é tão confortável que é difícil ir embora”
  1. Angela Bacon disse:

    Super Li! Vai ter q se virar pra fazer thai food pra gente qdo voltar! Saudades!

  2. Livs, amei o lugar, principalmente a parte do wi-fi que funciona bem. hahaha 😀

    Belas fotos também.

    E melhora esse joelho logo.

    Ah! Queremos mais vídeos do qik 😀

  3. Paula disse:

    Fiquei acompanhando suas fotos pelo Facebook e super deu pra sentir a vibe ~paz~ do lugar! 🙂

  4. Elisa Aguiar disse:

    Ahh que delícia ^^ Bom proveito 😉

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