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Macau! A Ásia à portuguesa

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Meu último post sobre a China é sobre a pequena região que foi ocupada pelos portugueses de 1480 (ou algo próximo a isso) até a sua devolução à China no fim do século XX.

Tanto tempo de ocupação nos faria pensar que a chinesada geral falaria português, né? PÃ, errado! Os únicos falantes de português que encontrei foram dois portugueses que vivem em Macau – mas não são macaenses, então não contam. Apesar dessa decepção, todas as placas ainda são escritas em chinês e português (e, nos lugares turísticos, também em inglês), as ruas têm nomes portugueses e a arquitetura da parte antiga da cidade poderia estar em uma cidade histórica brasileira.

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A cidade têm se desenvolvido muito em torno dos cassinos – dizem que existem mais deles em Macau que em Las Vegas -, por isso, dormir na cidade é tão caro que decidi fazer um passeio de um dia. Uma pena, porque o ritmo da cidade (longe da região dos cassinos) me agradou muito mais.

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Não se engane, Macau é muito China. As sopas de macarrão (que os portugueses traduziram como “sopa de fitas”), a carne seca doce, o peixe desidratado e as padarias chinesas estão todas lá. Mas também notei que Macau tem bem mais bolos e doces em geral que Hong Kong.

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Outra coisa que me animou na cidade é que fez sol! Pela segunda vez depois que saí da Argentina! A vista do alto do forte que protege a cidade dá para os “fundos” de Macau e para a China continental.

Existem dois lagos na cidade, que foram imortalizados pelo “último escritor português da China”, _________. Mas infelizmente ninguém pode navegar os lagos hoje em dia. Bom, pelo menos eu não vi uma alma viva!

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Já os cassinos… Bem, eles são bregas, gigantes e áridos, como todos os cassinos do mundo. O mais mais de todos é o Gran Lisboa, um abacaxi piscante no meio do centro da cidade. Há outros cassinos nas ilhas de Macau, mas não me dei ao trabalho de ir checar e não tinha mais tempo para conhecer a parte que dizem que é legal da ilha. Quem sabe da próxima vez…

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Curiosidade: Macau tem esse nome em português porque há um templo do deus Ama bem na costa onde eles chegaram. Em chinês, “templo do deus Ama” é “Ama Gao”, o que confundiu os pobres lusitanos quando eles perguntavam (provavelmente em português, hahaha) que lugar era esse que eles tinham acabado de chegar.

Agora acabaram os posts sobre a China que eu conheci! Em breve começo a contar sobre a Tailândia!

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